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FOTOS DA TURNÊ

Em Uncategorized, agosto 17, 2009 às 11:48 pm

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Por tras das obras em prol da sonoridade

Em Uncategorized, agosto 17, 2009 às 8:12 pm

por Bruno Kayapy (Espaço Cubo, Macaco Bong)

Uma das grandes vantagens de se fazer uma turnê em um micro onibus é a de a banda poder levar a estrutura de som e backline com ela na viagem.  No nosso caso trouxemos conosco uma estrutura simples mas que vem sendo bastante eficiente nos shows.

Tinhamos mapeado e separado um equipamento completo,som,luz e backline através de uma parceria feita com
o marquito som e luz,com o técnico de som Estevão Marquito que veio conosco na turnê e trouxe conosco o que coube no ”buzão”. no caso estavamos em 13 pessoas num micro onibus para 16 pessoas e um bagageiro,assim couberam:

1 – Console digital behringer de 16 canais
1 – bag com 10 pedestais de microfone
2 – kits de microfone sendo 1 para batera e 1 kit para voz,guitarras e etc…
1 – bag com ferragens para bateria completa
1 – mala de cabos contendo AC de energia,D.I’s,cabo de energia e acessorios diversos como baterias 9v,plug adaptadores e etc..
1 – bolsa de ferramentas contendo chaves philips,chaves allen,pinceis,alcool isopropilico,anti-corrossivos e etc…
1 – laptop apple (macbook) de 2G de memória e 120G de HD.

Além de nossos instrumentos e acessórios compartilhados em bags e cases fechamos o nosso set-up de equimentos para os shows da turnê. Tinhamos guardado os cascos dos tambores dentro do bumbo de nossa batera,mas mesmo assim não houve espaço para levarmos,assim como a batera ficaram de fora os spot-ligths de luz,as treliças para a iluminação,os P.A’s e os amplis. Mas todo esse minimo que levamos vem sendo extremamente eficiente.

Em perinópolis (GO) o ambiente que tocamos era entre umas montanhas afastado da cidade e numa altitude alta, o P.A disponível eram 2 sides passivos com um drive e um falante de 12 polegadas cada um o backline era uma bateria tama, um combo ampeg para baixo e um fender hot rod deluxe com 4×10.

Utilizamos a nossa mesa de som digital,a behringer digital DDX 3216 e todo nosso cabeameanto foi nosso, desde cabos de energia a extensões e cabos. Disponibilizamos também nossos microfones e pedestais para as outras bandas que tocaram Mamacadela (GO), Revout (GO), Linha Dura e Macaco Bong.

o som não suportou o som do linha dura que possui bastante grave,os falantes nao suportaram e o resultado não foi o esperado, quanto ao macaco bong como utilizamos somente o backline o resultado foi melhor em termos de propagação da potência do som,assim o feedback de público foi muito bacana em perinópolis e valeu muito ter conhecido o coletivo bioma e o coletivo pequi de anápolis (GO) ao qual nos acompanharam e nos deram suporte nos dias.

No dia seguinte seguimos para inhumas para tocar no lançamento do festival goiaba rock realizado num bar. O ambiente foi um bar num bar aberto em uma avenida,o som disponível era uma batera mapex, um combo laney para guitarra, 1 MB800 meteoro para baixo,2 vias de retorno e 1 side para o batera,o kit de microfone disponivel era todo da marca Shure, Kit para batera e 1 SM58 sem fio para voz.

o P.A haviam duas subgraves no chão e 2 altas suspensas, a unica coisa que utilizamos neste caso foi o nosso console digital,o resultado foi muito bom.

Com o laptop apple estamos gravando todos os shows ao vivo e tratando os áudios dos shows e coletando todo esse registro. o show em Inhumas foi somente do música do mato,fizemos 2hs de show com um repertório único de 16 músicas mesclado dentre músicas todos nós tocando juntos variando entre as bandas, foram 3 musicas de cada banda,macaco,ebinho,farinha,monarco e linha dura.

Encontramos com o fachinni em inhumas que também vem contribuindo bastante com a técnica dos shows e durante a passagem de som passamos músicas do monarco e ficamos trocando idéia sonoramente interagindo e criando idéias um com o outro num clima bastante agradável.  Tocamos também as “versões de mais que nada” e “pior” nos shows,e no geral o feedback do público foi muito bom.

No dia seguinte seguimos para uberlândia para o show no Goma, como a secretaria de saúde fechou as casa noturnas da cidade em virtude da H1N1 faremos um show na pegada de ensaio aberto no Goma, sem divulgar para o público e realizado somente para convidados, produzimos um podcast com o porcas borboletas e também transmitimos o show,além disso o linha dura encontrou e assim fechamos nossa meta na região de GO e MG.

A estrutura de som do goma é 1 backline direto e PA e monitoração passiva. Estamos utilizando somente o p.a  e o backline da casa, todo o sistema de cabeamento que estamos utilizando é o nosso e também nosso console digital que já acompanha a gente na turnê com um preset salvo das vias de cada instrumento e canal.
o marquito vem prestando um serviço muito bom e profissional tornando assim a viabilidade do feedback dos shows serem cada vez melhores. daqui do goma iremos subir para fortaleza e estamos planejando sair na parte da manhã e assim obras continuam.
até logo!

Por Bruno Kayapy.

Uberlândia(MG) – Coletivo Goma, parceiraços!

Em Uncategorized, agosto 17, 2009 às 7:44 pm

(Ney – Espaço Cubo, Macaco Bong)

A chegada em Uberlândia foi por volta das 14h, direto para a sede do Coletivo Goma. O Goma é um dos maiores parceiros do Circuito Fora do Eixo, sendo um de seus fundadores. A sede do Coletivo é ao mesmo tempo espaço para shows, escritório, bar e loja. Infelizmente, pelo mesmo motivo de Brasília, não foi possível realizar o show aberto ao público. Maldito caos em cima dessa gripe..

Mas mesmo assim o show rolou apenas para convidados envolvidos com os trabalhos do Coletivo Goma e foi massa!  Realizamos a transmissão do evento ao vivo pela Rádio Fora do Eixo e mais uma vez gravamos o áudio, como fizemos regularmente até agora com todos os shows.

Vale lembrar também que antes do show, rolou a gravação de um podcast com o Porcas Borboletas, banda de Uberlândia fodaça, que está prestes a lançar seu novo cd, “A Passeio”. O disco será lançado pela Fora do Eixo Discos e Mais Brasil. O podcast que gravamos é um faixa a faixa, com a banda contando o processo de criação, composição e gravação de cada música. Ficou muito massa. O podcast vai ao ar durante essa semana na Rádio Fora do Eixo. Também valeu a pena, pós o super corre que foi pra ajustar o roteiro, reunir os Porcas e rearranjar toda a estação que tínhamos montado devido a problemas com a voltagem.

Segue abaixo texto de Linha Dura sobre Uberlândia..

ESTAMOS NO GOMA

Salve Parentes, estou te volta trazendo informações diretamente da minha cachola pra geral que esta acompanhando a nossa turnê.

Estou aqui no GOMA, na moral sabe quando se chega em um lugar diferente mais se sente totalmente em casa? Pois é o nome já diz, GOMA que da onde eu venho significa CASA quer dizer tem vários significados mas CASA tem mais a ver. Chegamos meio que num clima clandestino tipo as casas de show não pode abrir devido a lei que saiu aqui que por causa da gripe suína ninguém pode abrir as casas, as escolas também paradas.

A cidade ta cabreira com o vírus, mas vencemos o vírus, mesmo com essas ordens da lei resolvemos fazer um show -ensaio só para os que é da quadrilha, GOMA mesmo de portas fechadas fazendo um tremendo barulho.

Agora o rango tava foda demais, um tal de Tutu, que acabou logo  no almoço, e uma Galinha com arroz, rango tipicamente mineiro disse o talles, um detalhe interessante é que fizeram rango especial para a nossa produtora Carol, ela é adepta ao vegetarianismo, fizeram um rango vegetariano só pra ela, e ai estamos ou não na nossa GOMA?

REUNIÃO NO GOMA

– Alô kakko (Coordenador da CUFA UDIA).

- Fala linha

- Então parceiro to aqui no GOMA cheguei agorinha.

- Demoro

E já é, começamos a reunião, Tales e Kakko pede pra eu falar, falei um pouco que o interesse na real é no macro, pois juntos CUFA e GOMA tem muito o que fazer, kako e Tales trocaram mais figurinhas e tudo certo, quadrilha unida pra fortalecer mais ainda a corrente CUFA e FORA DO EIXO.

SHOW

Markito como sempre muito atencioso em relação a musica, gravando tudo no seu programa LOGIC, cada show escutamos a gravação e analisamos o que pode melhorar, mas Markito (Técnico de som) é sensacional muito boa a energia desse paulista.

O Show foi super bacana um clima como falei clandestino mas com uma receptividade de quem ta livre pra criar, foi o que fazemos, porra o trampo do dj farinha junto com o macaco ta muito foda. Ebinho explorando mais ainda os efeitos do mog, vários timbres louco.

É isso.

ACABOU ? NÃO AGORA É HORA DO RALA.

Depois do ensaio fui direto pra net, atualizar os meus corres, cuidar um pouco da cufa entrar em contato com a geral que ta em cuiabá correndo igual doido pois a demanda e giga. Acabei dormindo no GOMA, eu Ney , markito e Talles, sussa vombora. Hoje vamos ensaiar aqui no GOMA e mais tarde cair pra estrada rumo a fortaleza ai provavelmente vamos ficar sem comunicação durante umas 40 horas.

Fui

linha

Logo após terminar o último post, de Pirinópolis, fui direto tomar café, já eram quase 10h da manhã.. Aproveitei pra passar no outro quarto e acordar todos os exaustos músicos do mato, porque a estrada era grande e o tempo nem tanto. Quando todos levantaram, interagimos um pouco no café e fomos embora. Não sem antes ter trocado mais uma idéia com o Coletivo Pequi, de Anápolis e com Dyscreto, rapper de Goiânia que acompanhou o Linha Dura e foi conosco na van até Inhumas(GO).

Chegando em Inhumas logo encontramos com Tião Donato, do Coletivo Goiaba Rock, o responsável pelo nosso show na cidade. Após um almoço delicioso num restaurante de comida caseira, em cuja rua de frente presenciamos um  acidente que não foi fatal por muita sorte entre dois carros e uma bicicleta, fomos passar o som no Nativus. O processo seria mais extenso, porque nesse dia se apresentariam os 5 projetos: Macaco Bong, Linha Dura, Ebinho Cardoso, Dj Farinha e Paulo Monarco. Som passado, fomos pro alojamento se ajeitar e voltar para o Nativus.

Voltando ao bar, logo na segunda música do mato já encontramos novamente com o pessoal do Pequi (tão em todas!). Quando começou o show o público esteve o tempo todo sentado, em clima de bar. Mas aos poucos foram se deixando conquistar. Na parte final, na segunda apresentação do “Mas que Nada”, já tinha metade do bar em pé dançando. Quando o DJ Farinha deu início ao eletrônico a vibe foi a mesma.

Com o fim do show, fomos de volta ao alojamento, o Tião nos comprou umas pizzas. A noite do Mato acabou ali. Mas ainda era preciso pegar as fotos feitas com a câmera do Coletivo Pequi e já selecionar fotos para o flickr.

Com o amanhecer veio o  martírio de se levantar e carregar praticamente se arrastar com as bagagens pra dentro da van. Eram 6:15 da manhã. Dalle!  Sorte de quem entrou primeiro, jogou alguma coisa no corredor e fez o chão de cama.

Uberlândia(MG) – Coletivo Goma, parceiraços!

A chegada em Uberlândia foi por volta das 14h, direto para a sede do Coletivo Goma. O Goma é um dos maiores parceiros do Circuito Fora do Eixo, sendo um de seus fundadores. A sede do Coletivo é ao mesmo tempo espaço para shows, escritório, bar e loja. Infelizmente, pelo mesmo motivo de Brasília, não foi possível realizar o show aberto ao público. Maldito caos em cima dessa gripe..

Mas mesmo assim o show rolou apenas para convidados envolvidos com os trabalhos do Coletivo Goma e foi massa!  Realizamos a transmissão do evento ao vivo pela Rádio Fora do Eixo e mais uma vez gravamos o áudio, como fizemos regularmente até agora com todos os shows.

Vale lembrar também que antes do show, rolou a gravação de um podcast com o Porcas Borboletas, banda de Uberlândia fodaça, que está prestes a lançar seu novo cd, “A Passeio”. O disco será lançado pela Fora do Eixo Discos e Mais Brasil. O podcast que gravamos é um faixa a faixa, com a banda contando o processo de criação, composição e gravação de cada música. Ficou muito massa. O podcast vai ao ar durante essa semana na Rádio Fora do Eixo (colocar link). Também valeu a pena, pós o super corre que foi pra ajustar o roteiro, reunir os Porcas e rearranjar toda a estação que tínhamos montado devido a um pipoco na mesa de som. A mesa de som  era 110 e a fonte fritou (saiu fumacê e tudo) mesmo ligada em uma tomada 110. O Goma já acha que as tomadas daqui são amaldiçoadas. A mesma mesa e alguns estabilizadores já deram essa mesma trela.

Assim que o show se encerrou

Inhumas(GO) foi massa!

Em Uncategorized, agosto 17, 2009 às 3:04 pm

(Ney – Espaço Cubo, Macaco Bong)

Logo após terminar o último post, de Pirinópolis, fui direto tomar café, já eram quase 10h da manhã.. Aproveitei pra passar no outro quarto e acordar todos os exaustos músicos do mato, porque a estrada era grande e o tempo nem tanto. Quando todos levantaram, interagimos um pouco no café e fomos embora. Não sem antes ter trocado mais uma idéia com o Coletivo Pequi, de Anápolis e com Dyscreto, rapper de Goiânia que acompanhou o Linha Dura e foi conosco na van até Inhumas(GO).

Chegando em Inhumas logo encontramos com Tião Donato, do Coletivo Goiaba Rock, o responsável pelo nosso show na cidade. Após um almoço delicioso num restaurante de comida caseira, em cuja rua de frente presenciamos um acidente que não foi fatal por muita sorte entre dois carros e uma bicicleta, fomos passar o som no Nativus. O processo seria mais extenso, porque nesse dia se apresentariam os 5 projetos: Macaco Bong, Linha Dura, Ebinho Cardoso, Dj Farinha e Paulo Monarco. Som passado, fomos pro alojamento se ajeitar e voltar para o Nativus.

Voltando ao bar, logo na segunda música do mato já encontramos novamente com o pessoal do Pequi (tão em todas!). Quando começou o show o público esteve o tempo todo sentado, em clima de bar. Mas aos poucos foram se deixando conquistar. Na parte final, na segunda apresentação do “Mas que Nada”, já tinha metade do bar em pé dançando. Quando o DJ Farinha deu início ao eletrônico a vibe foi a mesma.

Com o fim do show, fomos de volta ao alojamento, o Tião nos comprou umas pizzas. A noite do Mato acabou ali. Mas ainda era preciso pegar as fotos feitas com a câmera do Coletivo Pequi e já selecionar fotos para o flickr.

Com o amanhecer veio o martírio de se levantar e carregar, praticamente se arrastar com as bagagens pra dentro da van. Eram 6:15 da manhã. Dalle! Sorte de quem entrou primeiro, jogou alguma coisa no corredor e fez o chão de cama.

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