musicadomato

Sobre os últimos shows

In Uncategorized on setembro 1, 2009 at 6:17 am

Ney Hugo (Espaço Cubo, Macaco Bong)

Bom, tínhamos ficado devendo aqui os relatos sobre os últimos shows, falamos até Natal. Vale inclusive dar uma sacada na cobertura feita por blogs como www.tropatrupe.blogspot.com e http://www.coletivonoize.blogspot.com.

A passagem seguinte foi por João Pessoa(PB) onde nos apresentamos no Espaço Mundo, do coletivo homônimo. Estivemos com o mesmo Mundo há um exato ano atrás no Festival Mundo, com o Macaco Bong. A ocasião foi especial porque no dia seguinte pudemos ficar uma tarde debatendo com o Mundo, que posteriormente se tornou Ponto Fora do Eixo.

O Espaço Mundo é animal, com a banda tocando numa parte de cima, como uma grande atração ao público, que confraterniza na pista embaixo, ou nas mesas de bar do lado de fora, de cara com as belezuras arquitetônicas da cidade.

E o mais incrível é que de dia o espaço funciona como um restaurante, o que traz ainda mais elementos significativos pro local e funciona como fonte de renda. Confira as fotos no www.flickr.com/musicadomato3.

No dia seguinte conhecemos a sede do Coletivo Mundo, um espaço com estúdios pra ensaio e gravação, escritório de silcagem e até um super nintendo pra descontração. Antes de pegarmos estrada pra Recife, Carol Morena, do Coletivo Mundo nos levou à praia do Seixas, com conseqüência sangrentas para grande parte dos músicas do mato. Muitos cortes pisando e caindo com as mãos em ostras. Saca aquela piada do escorregar no tobogã de gilete e cair na piscina com sal??  Nós vivemos na prática, infelizmente.. rs.

Em Recife, o primeiro show foi na Nox, casa noturna de Krika, batera do Amp, banda fodaça, integrante do casting Monstro Discos. A noite foi total Fora do Eixo, com discotecagem radiofônica do Independência ou Marte (Massa Coletiva, São Carlos-SP), e shows de Porcas Borboletas e Macaco Bong. A primeira, apresentando o show de seu novo disco “A Passeio”, que foi lançado no Portal Fora do Eixo através do Projeto Compacto Rec. E nós, do Macaco, pegando uma Nox ansiosa pelo nosso show. Puta Vibe!

No dia seguinte o Música do Mato inteiro se apresentou no Recife Antigo, em plena Rua da Moeda. Pra nós do Macaco teve um sabor especial, pois há exato um ano tocamos no mesmo lugar, debaixo de chuva, arriscando a vida e criando documento histórico, como o vídeo que virou sensação no you tube. Dessa vez estávamos protegidos com cobertura. E adivinhe.. não choveu.

Nesse dia o Ebinho não pôde estar conosco, pois tinha ido pra Pirinópolis se apresentar no Piri Jazz. Eu toquei o que aprendi do Monarco, um show pocket de 4 músicas (vou trabalhar pra ter o resto na mão). Por ser um show na rua, aberto, num local histórico e com muitos bares (que tocam de pagode a forró) o show teve uma química mutcho loca e todos os projetos do Mato foram muito bem recebidos e absorvidos pelo público.

Já em Vitória da Conquista(BA), chegamos direto no domicílio de Alisson Menezes, parceiro do Paulo Monarco, uma figura extremamente do bem e muito musical. Chegamos de manhã cedinho, tomamos um cafezão reforçado, Carol e Monarco colocaram o papo em dia com o truta (parafraseando Linha Dura), eu dei início à selação de fotos para atualização de nossos flickrs, enfim..

Logo já era a hora do almoço. Comemos (uma feijoada responsa) e fomos pro centro, pra praça pública passar som. O palco de Conquista era sem dúvida o maior e com melhores equipamentos que pegamos em toda a turnê. A passagem de som ocorreu de maneira tranqüila, com todos nós bebendo o doce suor de Markito, técnico de som, que caiu de paraquedas e deu o sangue na parada. “Meu, mó da hora”, como diria o próprio.

Nesse dia aconteceu uma coisa muito xata, que foi a paralização do aeroporto, por causa de forte neblina. Nessa, Ebinho Cardoso não pôde se juntar novamente ao time. Acabou que o vôo foi pra Salvador e inviabilizou que Ebinho estivesse em Conquista a tempo para o nosso show. Como tudo tem seu lado bom (rs, brincadeira Ebinho), toquei novamente com o Monarco, e com a trupe toda no “Mais que Nada”. Pela primeira vez na tour, permaneci no palco o show inteiro, uma realização pessoal poder estar na cozinha de compositores competentes como Monarco, Linha Dura e Farinha.

O público que saiu de casa no domingo pra ver um show gratuito na praça demonstrou um certo sentimento de orgulho, resumido nas palavras do apresentador que dizia que a Bahia não era só baixaria e tem sim condições de apresentar música de qualidade.

Curiosidade, aqui é Nordeste, é Bahia, mas faz frio que mais parece a Argentina. Vôte!

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  1. Muito massa esse Espaço Mundo!

  2. O show de vcs foram dez, não é muito meu som não, mas como eu trabalho na secretaria do meio ambiente fui prestigiar, fiquei de boca aberta, muito bom mesmo, a galera mandou ve de forma bem acolhedora já comecei a gostar
    abraços

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